coleçao invictos da editora nova sampa capas de gibi

Postado em capa de gibi em Agosto 11, 2009 por mortovivo3

invictus 01invictus 02invictus 03invictus 04invictus 05invictus 06invictus 07invictus 08invictus 09invictus 10invictus 11invictus 12invictus 13invictus 14invictus 15invictus 16invictus 17invictus 18invictus 20invictus 21invictus 22invictus 23invictus 24invictus 25invictus 26invictus 27invictus 28invictus 29invictus 30invictus 31invictus 32invictus 33invictus 34invictus 35invictus 36capas de gibi invictus onde aparecerao aventuras de batiman,supermen, lanterna verde e shazam

audax edtora abril 1978

Postado em capa de gibi em Julho 30, 2009 por mortovivo3

audax01audax02audax03audax04audax05audax06audax07audax08audax09audax10audax11estas capas pertencen a revista audax publicada pela editora abril com historias policias bang bag em algumas revista trasia a foto de um artista em fama na epoca com uma reportagen

stonr editora abril 1989-1990

Postado em capa de gibi com as tags , , em Julho 12, 2009 por mortovivo3

storm01storm02storm04storm03storm05storm06storm07storm08storm09storm10UMA REVISTA DE FICÇAO CIENTIFICA BASTANTE INTEREÇANTE PARA OS FANS DE FICÇAO ALIAS EXELENTE

o gaviao negro uma antiga publicaçao da revista ai mocinho da editora ebal

Postado em capa de gibi em Julho 12, 2009 por mortovivo3

gaviao_negro02gaviao_negro03gaviao_negro04gaviao_negro05gaviao_negro06gaviao_negro08gaviao_negro09gaviao_negro10gaviao_negro11gaviao_negro12gaviao_negro13gaviao_negro14gaviao_negro15gaviao_negro17gaviao_negro18gaviao_negro19gaviao_negro20gaviao_negro21gaviao_negro07capas do gibi o extranho foi publicarem super heroi numa revista de bang-bang mas vale a pena conferir as capas desta revgaviao_negro01ista eu nao consegui descobrir foi a data destas publicaçoes.

the spirit capas da editora abril e editora devir

Postado em capa de gibi com as tags , , em Julho 4, 2009 por mortovivo3

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Em Junho de 1940 Will Eisner criou The Spirit, uma série de quadrinhos que passou a ser publicada em um jornal dominical. Eisner trabalhou como editor, mas também escreveu e desenhou a maioria das histórias. The Spirit era um dos nomes de Denny Colt, um homem que foi considerado morto, mas que na verdade vivia secretamente como um anônimo lutador no mundo do crime. As histórias abordavam uma larga variedade de situações: crime, romance, mistérios, horror, comédia, drama, e humor negro.

As histórias de The Spirit tinham sete páginas cada. As 16 páginas da seção do jornal normalmente incluíam mais duas histórias com quatro páginas cada (inicialmente Mr. Mystic e Lady Luck). A história mostrava semelhanças com Batman e Dick Tracy, com vilões coloridos e era contada em sequência rápida. Sua origem e a máscara negra lembra o popular Lone Ranger.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Eisner se alistou no exército. Na ausência dele, osindicato que comercializava seus quadrinhos passou a usar escritores e artistas fantasmas para continuar a história. Porém, muitos fãs acreditam que as melhores histórias são aquelas que Will Eisner escreveu e desenhou. Eisner desenvolveu um estilo cinematográfico; com o uso de sombras e ângulos diferentes de visão (inspiração de tirada de Film noir). E desenhava de forma que o leitor se identificasse com o personagem. O título “The Spirit” era normalmente integrado ao fundo ou a paisagem da primeira página de cada série.

The Spirit parou de ser publicado em meados dos anos cinqüenta, quando passaram a ser publicadas as ” histórias de Trip to the Moon ” por Eisner e Wally Wood.

Levando em consideração as características atuais, The Spirit foi publicado por muitos anos. Kitchen Sin Press publicou reimpressões extensas da série, primeiro em formato grande e preto e branco e como os tradicionais livros que eram vendidos no comércio. Antes mesmo do falência da editora, uma nova série de The Spirit passou a ser produzida por muitos talentos dos quadrinhos. Atualmente a DC Comics está relançando a série. A última aparição de The Spirit (produzida por Eisner) está em um número recente de The Escapist, publicação da Dark Horse Comics.

Em 2008, no Brasil, foi publicado um encontro entre Batman e The Spirit escrito por Jeph Loeb com arte de Darwyn Cooke.spirit01spirit02spirit03spirit04spirit05spirit06spirit07spirit08spirit09spirit10spirit11spirit13spirit14spirit15spirit16

The Spirit
Editora

Eisner-Iger Studio; DC Comics

Primeira aparição

Spirit Section #1 (Register and Tribune Syndicate, 2 de junho de1940)

Idiomas distintos

Criadores

Will Eisner

a era dos harley

Postado em capa de gibi com as tags , , em Julho 4, 2009 por mortovivo3

halley01halley02halley03halley04halley05halley06com toda a expectativa do passagem do cometa harley criarao esta serie que se chamava a era dos harley

mortadelo e salaminho capas de gigi

Postado em capa de gibi em Julho 4, 2009 por mortovivo3

mortadelo_e_salaminho_1gale

Mortadelo e Salaminho Existe uma dupla de atrapalhados espiões que deixou divertidas lembranças na memória de muita “gente grande”. E ela é formada pelos inimitáveis Mortadelo e Salaminho.

Os engraçados personagens, criados pelo espanhol Francisco Ibáñez Talavera, nascido em 1936, em Barcelona, eram, inicialmente, uma paródia de Sherlock Holmes e Dr. Watson. Tiveram sua primeira história publicada em 1958, na revista Pulgarcito, da Editorial Bruguera.

Mortadelo e Salaminho são dois agente-secretos da T.I.A (Técnica em Informações Avançadas). A história da dupla começa quando nasce uma criança estranha. Por lembrar muito uma mortadela, seus pais lhe dão o nome de… Mortadelo!Mortadelo, como cozinheiro

Quando cresce, ele passa a adorar se disfarçar e assustar a todos. Por isso, Mortadelo e sua família são expulsos de onde moram, indo para outra cidade.

E neste local nasceu outro garoto complicado. Chamado Salaminho, ele demonstra não ter aptidão para nada que não seja aprontar grandes confusões.

Mortadelo e SalaminhoMortadelo, já um jovem, arruma seu primeiro emprego como assistente do Professor Bactério, que desenvolve um experimento com um novo tipo de tônico capilar. O problema é que deixa Mortadelo completamente careca e revoltado!

Quando os dois jovens estão desesperados por um emprego, encontram o anúncio de uma agência que precisa de um chefe e assistente. Ambos mal se encontram pela primeira vez e já saem “na mão”, disputando o cargo de chefia, que fica, em definitivo, com Salaminho.

Após falir a agência e destruí-la literalmente, encontram outro classificado: A T.I.A (Técnicos de Informação Avançada) está realizando um vestibular para agente secreto. Embora sejam reprovados em todos testes, como só os dois se apresentaram, conseguem os empregos.

General PinochetAssim, passam a executar as mais impossíveis missões, sempre fazendo tudo da maneira errada, em meio aos engraçados e originais disfarces usados por Mortadelo, entre eles borboleta, caracol, cavaleiro, polvo, avestruz, ginasta, pescador, músico, árabe, enfim, uma lista que tende ao infinito.

Importantes ainda são os malucos inventos do Professor Bactério, que, salvo raríssimas exceções, nunca funcionam a contento, e a participação do Super, o chefão com pouca paciência da T.I.A, outro que adora, literalmente, socar os heróis.

Príncipe CharlesUma personagem de sucesso introduzida posteriormente foi a Dona Ofélia, uma gorda secretária da agência, completamente apaixonada por Mortadelo, que não retribui esse amor. Por essas e outras, ela normalmente está correndo atrás da dupla, na tentativa constante de espancá-los.

Entre as boas tiradas das histórias, em diversas missões as mensagens são entregues das maneiras mais absurdas possíveis, sempre se autodestruindo de um modo diferente, logo após serem transmitidas.

Por exemplo, um rádio de pilha japonês, após passar a mensagem secreta ao agente, tem uma portinhola por onde sai um… japonês, que destrói o aparelho a machadadas e vai embora!

Mortadelo e Salaminho e o Super-HomemUm dos méritos da obra é a impressionante capacidade do autor de criar gags visuais, uma atrás da outra, em seqüências hilariantes. Embora ele se declare fã de Abott e Costello e de Chaplin, é difícil não comparar suas tramas também com séries como O Gordo e o Magro e Os Três Patetas.

Outro ponto divertido é que não faltam participações famosas nas histórias. Entre outros, o Príncipe Charles e o General Pinochet já deram as caras. Super-heróis também costumam fazer rápidas aparições, como o Super-Homem e Tarzan.

carabina slim capa de gibi de bang bange

Postado em capa de gibi com as tags , em Julho 4, 2009 por mortovivo3

carabina_slim01carabina_slim02carabina_slim03carabina_slim04carabina_slim05carabina_slim06carabina_slim07carabina_slim08carabina_slim09carabina_slim10carabina_slim11carabina_slim12carabina_slim14carabina_slim17carabina_slim18carabina_slim21carabina_slim22carabina_slim23carabina_slim24carabina_slim25carabina_slim26carabina_slim29carabina_slim31carabina_slim32carabina_slim34eu nao consegui mais informaçoes sobre esta revista mas assim que tiver volto a publicar agora se alguem tiver alguma coisa a respeito fico muito grato se puder me passar estas capas nao estao com boa qualidade mas vale a pena dar uma olhada para recordar

lone ranger o cavaleiro solitario [zorro do revolver]

Postado em capa de gibi com as tags , , em Junho 30, 2009 por mortovivo3

Lone Range r é um famoso cowboy fictício do rádio, cinema e televisão. A palavra Ranger causou dificuldades de tradução já que o significado original (policial do Texas) não Lone Range r é um famoso cowboy fictício do rádio, cinema e televisão. A palavra Ranger causou dificuldades de tradução já que o significado original (policial do Texas) não fazia sentido em português. Nas versões mais recentes, o cowboy é chamado de “O Cavaleiro Solitário”, mas em Brasil ficou conhecido durante muitos anos pelo nome de Zorro (outro personagem, herói de capa e espada), dada a máscara negra que nunca tirava do rosto. Seu eterno companheiro é o índio Tonto, cujo nome foi mantido na tradução, mesmo sendo uma palavra pejorativa em português (significa algo como trapalhão ou desajeitado), que não tem nada a ver com o personagem, um valoroso combatente dos fora-da-lei. The Lone Ranger foi criado por George W. Trendle e equipe, e desenvolvido pelo escritor Fran Striker. Além da máscara negra e do companheiro índio, Lone Ranger possuia um belo *cavalo branco chamado Silver, famoso pelo grito que o herói dava ao se despedir à galope em direção ao horizonte: “Hi-yo Silver, away!”. O nome do cavalo de Tonto era Scout. Nos quadrinhos, Lone Ranger tinha pontaria certeira com ambas as mãos, e sempre usava balas de prata, fundidas em uma mina própria desconhecida, herdada de um velho mentor. Nunca atirava para matar, preferindo desarmar seus oponentes com tiros certeiros em suas pistolas. Apesar da máscara, Lone Ranger nunca era perseguido pelas autoridades Origens A primeira transmissão de “Lone Rangers” ocorreu em 30 de janeiro de 1933, no canal de rádio WXYZ de Detroit, Michigan. O nome do policial era Reid, mas depois foi alterado nas versões posteriores. Tonto, um provável apache, era seu amigo de infância. Os dois se reencontram na idade adulta, quando Tonto salva Reid de índios renegados ao reconhecer um anel que ele dera ao seu amigo na infância. Essa versão também foi alterada. Reid resolve usar a máscara para se vingar de criminosos que assassinaram seus companheiros Rangers, para que os vilões continuassem a pensar que ele havia morrido. A última transmissão de rádio do Lone Ranger foi em 3 de setembro de 1954. Mas o heróico cowboy se tornaria conhecido internacionalmente graças a série de cinema e TV estrelada por Clayton Moore, que foi produzida de 1949 a 1957. No cinema, os filmes foram produzidos pela Republic Pictures. Moore foi substituído por John Hart no período de 1952-1954. Jay Silverheels era o Tonto. Em 1956 e 1958 Clayton Moore realizaria dois filmes com seu personagem. Em 1961 a CBS lançou um piloto para outra série de TV, chamado Return of the Lone Ranger, estrelado por Tex Hill. Em 1981 foi lançado o filme The Legend of the Lone Ranger, considerado um fracasso Quadrinhos O Lone Ranger foi distribuído como tira de jornal pelo King Features Syndicate, de 1938 a 1971. Inicialmente desenhado por Ed Kressy, foi substituído em 1939 por Charles Flanders que se manteve até o final. Em 1981, houve outra tira escrita por Cary Bates e desenhada por Russ Heath, que durou até 1984. Em 1948 a Dell Comics lançou a revista em quadrinhos, que teve 145 edições, com reproduções das tiras dos jornais, mas também com produção inédita. Em 1962 a Gold Key Comics continuaria com as revistas até 1977. Tonto teve sua revista própria em 1951, que teve 31 edições, assim como o cavalo Silver, lançado em 1952 com 34 edições. Foram ainda lançadas 3 (três) Anuais e uma adaptação do filme de 1956. No Brasil, o material foi publicado pela Editora Ebal na revista Zorro, até meados dos anos 70, sempre com grande sucesso. fazia sentido em português. Nas versões mais recentes, o cowboy é chamado de “O Cavaleiro Solitário”, mas em Brasil ficou conhecido durante muitos anos pelo nome de Zorro (outro personagem, herói de capa e espada), dada a máscara negra que nunca tirava do rosto. Seu eterno companheiro é o índio Tonto, cujo nome foi mantido na tradução, mesmo sendo uma palavra pejorativa em português (significa algo como trapalhão ou desajeitado), que não tem nada a ver com o personagem, um valoroso combatente dos fora-da-lei. The Lone Ranger foi criado por George W. Trendle e equipe, e desenvolvido pelo escritor Fran Striker. Além da máscara negra e do companheiro índio, Lone Ranger possuia um belo *cavalo branco chamado Silver, famoso pelo grito que o herói dava ao se despedir à galope em direção ao horizonte: “Hi-yo Silver, away!”. O nome do cavalo de Tonto era Scout. Nos quadrinhos, Lone Ranger tinha pontaria certeira com ambas as mãos, e sempre usava balas de prata, fundidas em uma mina própria desconhecida, herdada de um velho mentor. Nunca atirava para matar, preferindo desarmar seus oponentes com tiros certeiros em suas pistolas. Apesar da máscara, Lone Ranger nunca era perseguido pelas autoridades Origens A primeira transmissão de “Lone Rangers” ocorreu em 30 de janeiro de 1933, no canal de rádio WXYZ de Detroit, Michigan. O nome do policial era Reid, mas depois foi alterado nas versões posteriores. Tonto, um provável apache, era seu amigo de infância. Os dois se reencontram na idade adulta, quando Tonto salva Reid de índios renegados ao reconhecer um anel que ele dera ao seu amigo na infância. Essa versão também foi alterada. Reid resolve usar a máscara para se vingar de criminosos que assassinaram seus companheiros Rangers, para que os vilões continuassem a pensar que ele havia morrido. A última transmissão de rádio do Lone Ranger foi em 3 de setembro de 1954. Mas o heróico cowboy se tornaria conhecido internacionalmente graças a série de cinema e TV estrelada por Clayton Moore, que foi produzida de 1949 a 1957. No cinema, os filmes foram produzidos pela Republic Pictures. Moore foi substituído por John Hart no período de 1952-1954. Jay Silverheels era o Tonto. Em 1956 e 1958 Clayton Moore realizaria dois filmes com seu personagem. Em 1961 a CBS lançou um piloto para outra série de TV, chamado Return of the Lone Ranger, estrelado por Tex Hill. Em 1981 foi lançado o filme The Legend of the Lone Ranger, considerado um fracasso Quadrinhos O Lone Ranger foi distribuído como tira de jornal pelo King Features Syndicate, de 1938 a 1971. Inicialmente desenhado por Ed Kressy, foi substituído em 1939 por Charles Flanders que se manteve até o final. Em 1981, houve outra tira escrita por Cary Bates e desenhada por Russ Heath, que durou até 1984. Em 1948 a Dell Comics lançou a revista em quadrinhos, que teve 145 edições, com reproduções das tiras dos jornais, mas também com produção inédita. Em 1962 a Gold Key Comics continuaria com as revistas até 1977. Tonto teve sua revista própria em 1951, que teve 31 edições, assim como o cavalo Silver, lançado em 1952 com 34 edições. Foram ainda lançadas 3 (três) Anuais e uma adaptação do filme de 1956. No Brasil, o material foi publicado pela Editora Ebal na revista Zorro, até meados dos anos 70, sempre com grande sucesso.

homem aranha ebal 1969-1975

Postado em capa de gibi com as tags , , em Junho 25, 2009 por mortovivo3

homem aranha publicado pela editora ebal de 1966-1975

A que saudade dos meus doze anos isto em 1977 quando eu ia para aporta do cinema trocar gibi ou ir na casa dos colegas tambem para trocar gibi nao sabia eu como o mundo ia mudar e se tornar a grande REDE que e hoje REDE entenden NET podemos alcançar o mundo numa pequena janela  chamada monitor e travez de uma caixa .

bom deixa de saudosismo e ai vai as capas do cabeça de teia

oespiritoqueanda